Sou católico: posso ser contra a Reforma Agrária? (PDF)

Sócios e Cooperadores da TFP Brasileira em sua Sede prestes a sair em Caravana para difusão deste livro

Sócios e Cooperadores da TFP Brasileira em uma de suas sedes prestes a sair em Caravana para difusão deste livro

O título do presente volume define seu objetivo.

Numerosos católicos são contra a Reforma Agrária. Os pronunciamentos episcopais favoráveis a esta última importam para eles na obrigação de renunciar às suas convicções anti-agro-reformistas, e de aceitar de bom grado a reforma que reputam contrária à Moral da Igreja, bem como aos mais graves interesses econômicos do País?

A esta questão de consciência – que abrange tão larga e diversificada gama de assuntos – se dá resposta em dois estudos distintos.

O primeiro desses estudos, de autoria do prof. Plinio Corrêa de Oliveira, Presidente do Conselho Nacional da TFP, responde: o católico deve ser fiel, acima de tudo, aos ensinamentos tradicionais do Supremo Magistério da Igreja (ou seja, às definições impostas a todos os católicos pelo Supremo Magistério, bem como ao ensinamento uniforme de seu Magistério ordinário e universal no decurso dos séculos). Ora, um exame detido do documento Igreja e problemas da terra, publicado pela CNBB, leva à conclusão que não há consonância entre aqueles ensinamentos e a Reforma Agrária preconizada no documento da CNBB. A mesma observação pode fazer-se em relação às declarações pessoais de vários Srs. Bispos solidários com esse documento, ou que se pronunciaram, em outras ocasiões, numa linha favorável à Reforma Agrária.

Em conseqüência, o católico anti-agro-reformista tem não só o direito como o dever de continuar anti-agro-reformista.

O segundo estudo, de autoria do economista Carlos Patricio del Campo (chileno há anos radicado no Brasil) põe em evidência outras razões pelas quais o católico anti-agro-reformista pode e deve conservar-se nesta posição. Ele analisa do ponto de vista econômico o documento Igreja e problemas da terra, provando que este último apresenta graves lacunas no panorama da situação econômica da lavoura brasileira e na Reforma Agrária que pleiteia.

Assim, ainda que o documento da CNBB não fosse objetável do estrito ponto de vista da Doutrina Católica, seria inaceitável do ângulo econômico, como contraditório com a realidade nacional e incompatível com os interesses do País.

Em Apêndice ao primeiro estudo, o presente volume contém a relação dos Bispos que se pronunciaram, em declarações pessoais ou em documentos coletivos, a favor de uma Reforma Agrária infensa ao direito de propriedade.

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